Mitchell Azevedo*
Nos dias atuais temos observado a concorrência das marcas, tanto em nível global, quanto local, nesse sentido, é necessário para a indústria fazer um exercício diário de envolvimento e de relacionamento, objetivando a fidelização de um consumidor cada vez mais aberto ao consumo.
Na mesma proporção que cresce a necessidade de fidelizar, cresce também a necessidade de produzir conteúdo para o consumidor, afinal, com os diversos meios de comunicação e com avanço da web 2.0, a informação ganhou em velocidade e buscar aproximação com o target deixou de ser diferencial e passou a ser crucial para a sobrevivência mercadológica de qualquer organização. Os modelos comunicacionais evoluíram, deixaram de ser tradicionais veículos de massa, onde exerciam uma comunicação vertical, rígida e monóloga e passaram a exercer uma comunicação personalizada, onde as marcas optam por entender as necessidades de cada consumidor de maneira única.
Diante dessa perspectiva, o marketing de relacionamento tem sido imprescindível para alcançar o consumidor, proporcionando às marcas maior possibilidade de lograr êxito, tendo em vista o amplo acesso do consumidor à internet. Nesse sentido, McKenna (1998, p. 51), afirma que, “expectativas cada vez maiores do consumidor afinado com a tecnologia podem ganhar impulso à medida que a infra-estrutura eletrônica possibilite interatividade entre produtores e consumidores e a dissemine.” Investir em novas tecnologias e profissionais qualificados podem gerar relacionamentos satisfatórios entre marcas e usuários.
Focar no consumidor por meio das redes sociais tem sido estratégia para envolver e estabelecer relacionamentos, a web 2.0 rompe os paradigmas da internet estática e proporciona uma revolução ao promover interatividade com o internauta ávido por novas experiências. Partindo desse principio, entendemos que o conteúdo gerado pelas marcas a partir da internet, além de fixar, podem tornar os consumidores integrantes vivenciadores de experiências únicas.
A digitalização da informação proporciona novas atitudes e novas posturas de atuação mercadológica para as marcas que visam se relacionar de forma mais ativa com seu target, a universalidade das mensagens que se interconectam e se renovam continuamente. É importante dizer que as novas tecnologias e novas formas de relacionamento com os consumidores não implica no fim da internet estática, mas alarma as marcas à necessidade de atentarem aos novos dispositivos proporcionadores de intercâmbios intrapessoais.
O digital é uma realidade e as empresas devem estar prontas para romper fronteiras em busca de posicionamento globalizado, interagindo e optando por uma convivência colaborativa com seus consumidores, oferecendo um ambiente virtual de conteúdo a baixo custo e ao mesmo tempo, um espaço para a livre troca de diálogos, troca de experiências e realizações pessoais.
*Mitchell Azevedo é Coordenador do curso de especialização em Gestão Estratégica da Comunicação Digital - Solaris, Professor do IESP/FATEC e ENSINE Faculdades. Especialista em Marketing pelo IESP e graduado em Relações Públicas. @MitchellAzevedo


Excelente reflexão do competente colega (relações-públicas) Mitchell!!!!
Parabéns, amigo, pela ampla visão e informações que nos traz através desse artigo!
Aproveito para parabenizar a relações-públicas Patrícia Morais pela qualidade do blog e a forma maravilho com que tem conduzido o canal!
Um grande abraço do amigo
Marcello Chamusca