Os 10 Mandamentos das Redes Sociais

sábado, 16 de julho de 2011
Por Rony Vainzof
@ronyvainzof


OS MANDAMENTOS DAS REDES SOCIAIS

10 de Junho de 2011

por: *Dr. Rony Vainzof. Edição: Renata Athanassakis.
I - Assim como na vida real, seja ético, honesto, integro, justo, sincero, bondoso e humano;
II - Leia atentadamente os termos de uso (contratos) das redes sociais antes de assiná-los digitalmente;
III - Utilize as opções mais restritivas de privacidade que as redes sociais disponibilizam;
IV - Não converse com estranhos nas ruas virtuais, não adicione amigos ou mantenha relacionamentos nas redes sociais sem ter certeza de que quem está do outro lado do computador são seus amigos na vida real;
V - Cuide de sua senha como você cuida da chave de sua casa. Ela é a sua autenticação na Internet;
VI - Não revele dados pessoais em redes sociais. Criminosos pesquisam o perfil das suas vítimas na Internet;
VII - Não tire fotos comprometedoras de você mesmo ou de terceiros, muito menos as exponha na Internet;
VIII - Não utilize identidade de terceiros, não seja racista, não ofenda, não ameace e não humilhe terceiros. Tudo isso é crime;
IX - Jamais incentive ou auxilie o suicídio;
X - Pense muito antes de se manifestar em qualquer rede social, pois o seu pensamento se eternizará na Internet, que muitas vezes não permite o direito ao arrependimento.
Dr. Rony Vainzof, é sócio do Opice Blum Advogados, Professor da FGV, do Mackenzie e Coordenador Assistente do MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito

Recomendações e Práticas para uso seguro da internet

Recomendo a leitura da cartilha sobre o uso seguro da internet produzida pela Opice Blum Advogados e OAB-SP, com colaboração do Dr. Rony Vainzof.

http://www.opiceblum.com.br/download/OABMack_UsoSeguroInternetFamilia.pdf

Gestão da Comunicação em negócios digitais - Entrevista com Claudio Cardoso

sábado, 25 de junho de 2011
Falar sobre mídias digitais no contexto organizacional é sempre um desafio para os profissionais de comunicação. O que fazer, como fazer, quando fazer, quanto investir são indagações contínuas no cotidiano das atividades destes profissionais. A fim de esclarecermos um pouco desta relação entre empresas e mídias digitais, conversamos como o Prof. PHD Claudio Cardoso sobre o tema Gestão da Comunicação nos negócios digitais. 


Claudio Cardoso cursou Engenharia Elétrica (1979-1981), possui graduação em Psicologia (1988), mestrado em Comunicação e Cultura Contemporânea (1993), e doutorado em Tecnologia de Comunicação (1999), todos pela Universidade Federal da Bahia. Concluiu pós-doutorado em Comunicação Organizacional pela George Washington University (2008). É professor adjunto na Faculdade de Comunicação e no Núcleo de Pós-Graduação da Escola de Administração da UFBA. Fundou o Fórum de Inovação da Bahia (FGV EAESP UFBA). Diretor do Capítulo Bahia da ABERJE. Membro da Intercom, da Abrapcorp, da International Association Communication (ICA) e da International Association of Business Communicators (IABC), é também integrante de vários comitês editoriais de revistas científicas. Possui significativa experiência na área de Tecnologia de Informação e Comunicação, com ênfase em Comunicação Organizacional, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação organizacional, gestão da informação, tecnologias de informação e comunicação, e gestão de negócios. 

Leia abaixo a entrevista com Prof. PHD Claudio Cardoso:

Como você avalia a Gestão da Comunicação nos negócios digitais?

As mídias digitais facilitam muito o acompanhamento do acesso á informação, ou seja, facilitam às empresas saberem quantas pessoas foram atingidas pela sua comunicação, quantas pessoas “navegaram” nos dados veiculados, como se comportaram em relação a elas, passivamente, ativamente, como compradoras etc. Mas não conseguem acessar a atitude das pessoas, aquilo que mais interessa. Em termos de gestão da comunicação as mídias digitais representam um avanço enorme, mas ainda estamos longe de entender as reais intenções dos consumidores, para onde está apontado o futuro.

Que tipo de risco corre uma empresa durante sua exposição nas mídias digitais?

Corre risco aquele que não entender com profundidade o que são as mídias digitais, ambientes comunicacionais altamente interativos, de grande visibilidade, opinativos, participativos, coletivos. Servem paar o diálogo, e poucas empresas estão prontas para isso, seja porque não possuem recursos para bancarem a intensidade da comunicação – contínua, veloz e permanente – seja porque não desenvolveu a prática do diálogo mesmo; não ouve feedbacks, não sinaliza para onde quer seguir, não se expressa de modo adequado. Se estas condições estiverem satisfeitas, as mídias sociais podem ser poderosas aliadas aos negócios.

Qual o perfil de um Gestor de comunicação estratégica nas mídias digitais?

Tem que ser uma pessoa conectada, mas não apenas à rede internet. Tem que ser conectada com o que está acontecendo no mundo da mídia, de forma crítica. Sobretudo, conectada com o negócio: qual o valor que ele gera, como ganha dinheiro, qual a estratégia de expansão etc. E tem que ter a capacidade de suportar críticas por vezes injustas, por vezes deselegantes. Tem que ter esta característica de saber suportar o tempo certo de reagir imediatamente, e de saber conduzir um debate para o crowdsourcing, ou seja, para que a própria comunidade reaja e debata em conjunto um determinado problema.

Que tipo de retorno uma empresa pode ter investindo em mídias digitais?

A empresa deve esperar um retorno em conquista de clientes e disseminação da sua marca. Deve esperar a consolidação, também, da sua credibilidade. Pode também esperar reações mais imediatas, de campanhas virais e de email marketing. Não apenas do relacionamento em redes sociais. Ou seja, a internet é um ambiente de comunicação organização quase completo: é difusor, é interativo, é massivo, é comunitário. Dá para esperar respostas rápidas, como o aumento nas vendas, por exemplo, e se souber conduzir – aí com um custo mais alto – dá para desenvolver a força da marca a médio e longo prazos também.

Que conselho você daria a um empresário que quer investir na Comunicação digital?

Antes de tudo, entre nas mídias digitais. Use-as em seu cotidiano. Acesse as novidades, se inscreva em redes e observe. Acesse as ações dos concorrentes e o benchmarking mundial. Saiba do que está acontecendo com um participante, mesmo na posição de observador. Se possível, teste sua habilidade de entrar numa discussão para aprender a forma de redação, os ritmos e o tipo de resposta que obtém. Em outras palavras, o velho e conhecido conselho: faça você mesmo. Não delegue a outros este conhecimento fundamental. Mesmo que depois alguém que não você vá executar a tarefa no seu dia-a-dia.


As marcas contemporâneas e a velocidade da informação na internet

segunda-feira, 20 de junho de 2011
Mitchell Azevedo*

Nos dias atuais temos observado a concorrência das marcas, tanto em nível global, quanto local, nesse sentido, é necessário para a indústria fazer um exercício diário de envolvimento e de relacionamento, objetivando a fidelização de um consumidor cada vez mais aberto ao consumo.

Na mesma proporção que cresce a necessidade de fidelizar, cresce também a necessidade de produzir conteúdo para o consumidor, afinal, com os diversos meios de comunicação e com avanço da web 2.0, a informação ganhou em velocidade e buscar aproximação com o target deixou de ser diferencial e passou a ser crucial para a sobrevivência mercadológica de qualquer organização. Os modelos comunicacionais evoluíram, deixaram de ser tradicionais veículos de massa, onde exerciam uma comunicação vertical, rígida e monóloga e passaram a exercer uma comunicação personalizada, onde as marcas optam por entender as necessidades de cada consumidor de maneira única.

Diante dessa perspectiva, o marketing de relacionamento tem sido imprescindível para alcançar o consumidor, proporcionando às marcas maior possibilidade de lograr êxito, tendo em vista o amplo acesso do consumidor à internet. Nesse sentido, McKenna (1998, p. 51), afirma que, “expectativas cada vez maiores do consumidor afinado com a tecnologia podem ganhar impulso à medida que a infra-estrutura eletrônica possibilite interatividade entre produtores e consumidores e a dissemine.” Investir em novas tecnologias e profissionais qualificados podem gerar relacionamentos satisfatórios entre marcas e usuários.

Focar no consumidor por meio das redes sociais tem sido estratégia para envolver e estabelecer relacionamentos, a web 2.0 rompe os paradigmas da internet estática e proporciona uma revolução ao promover interatividade com o internauta ávido por novas experiências. Partindo desse principio, entendemos que o conteúdo gerado pelas marcas a partir da internet, além de fixar, podem tornar os consumidores integrantes vivenciadores de experiências únicas.

A digitalização da informação proporciona novas atitudes e novas posturas de atuação mercadológica para as marcas que visam se relacionar de forma mais ativa com seu target, a universalidade das mensagens que se interconectam e se renovam continuamente. É importante dizer que as novas tecnologias e novas formas de relacionamento com os consumidores não implica no fim da internet estática, mas alarma as marcas à necessidade de atentarem aos novos dispositivos proporcionadores de intercâmbios intrapessoais.

O digital é uma realidade e as empresas devem estar prontas para romper fronteiras em busca de posicionamento globalizado, interagindo e optando por uma convivência colaborativa com seus consumidores, oferecendo um ambiente virtual de conteúdo a baixo custo e ao mesmo tempo, um espaço para a livre troca de diálogos, troca de experiências e realizações pessoais.

*Mitchell Azevedo é Coordenador do curso de especialização em Gestão Estratégica da Comunicação Digital - Solaris, Professor do IESP/FATEC e ENSINE Faculdades. Especialista em Marketing pelo IESP e graduado em Relações Públicas. @MitchellAzevedo

LG Optimus - Inovação na propaganda em 3D

sexta-feira, 17 de junho de 2011
Não posso deixar de compartilhar com vocês este espetácula da tecnologia com a comunicação. Apreciem!