-
www.patriciamorais.com.br
www.patriciamorais.com.br
-
www.patriciamorais.com.br
www.patriciamorais.com.br
-
www.patriciamorais.com.br
www.patriciamorais.com.br
Carolina Frazon Terra lança duas obras sobre redes sociais na FENAC do Shopping Morumbi
Postado por
Patrícia Morais
às
12:34
terça-feira, 27 de março de 2012
“Mídias sociais... e agora?” e “Blogs Corporativos: modismo ou tendência?” ganham sessão de autógrafo no dia 28 de março
Em 28 de março, quarta-feira, a partir das 19h, Carolina Frazon Terra lança seus dois livros “Mídias sociais... e agora?” e “Blogs Corporativos: modismo ou tendência? – 2ª edição”, publicados pela Difusão Editora em coedição com a Editora Senac Rio, em uma sessão de autógrafos na livraria FNAC, do Shopping Morumbi.
Carolina é doutora e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação, especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Organizacional e Relações Públicas, pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), e formada em Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Campus de Bauru (Unesp/Bauru). Em seu currículo, há pesquisas sobre novas tecnologias de comunicação – redes sociais on-line, além de trabalhos como diretora de mídias sociais da Agência Ideal, coordenadora de comunicação corporativa do site de e-commerce MercadoLivre e como Relações Públicas da Vivo, além de ser professora do curso de Relações Públicas da USP e da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap). Também soma experiências como professora de cursos de pós graduação em mídias sociais na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e no Centro Universitário Belas Artes.
Mídias sociais... e agora?
O papel do livro é informar os leitores sobre o que são as mídias sociais corporativas e o que deve ser feito para que um projeto de mídias sociais seja implementado nas empresas em que trabalham. No caso dos estudantes de graduação ou pós-graduação, o intuito é mostrar como fazer um planejamento de comunicação aplicado às mídias sociais.
Além de oferecer um panorama das mídias sociais no Brasil e as orientações sobre todos os passos necessários para a construção de um projeto corporativo nessa área, a autora apresenta, com exclusividade, a matriz de presença e engajamento e a régua de posicionamento. Essas ferramentas foram criadas por ela para nivelar as organizações quanto à atuação nas mídias sociais.
Blogs Corporativos: modismo ou tendência? – 2ª edição
Com conteúdo revisado, a obra reúne os conceitos do mundo digital, das redes sociais online e de todas as tendências relacionadas às tecnologias digitais, a fim de facilitar as tarefas cotidianas, ao mesmo tempo em que posiciona as grandes organizações no cenário moderno atual.
O livro aborda o mundo digital e todo o contexto que envolve o mesmo, afirmando que mais do que modismos, as mídias sociais e suas respectivas características ganharam a preferência dos internautas, firmando-se como tendências na arte de se comunicar, além de ampliar o diálogo das organizações com seus públicos, facilitando a comunicação e instaurando uma nova era de interatividade e colaborações nos negócios.
Serviço
Data: 28/3
Horário: a partir das 19h
Local: FNAC do Shopping Morumbi, localizada no piso Lazer
Endereço: Av. Roque Petroni Jr., 1.089
Sobre a Difusão Editora
Desde 1976, a empresa atua na produção, comercialização e distribuição de livros nas áreas de Saúde e Comunicação para um público composto, principalmente, por professores, pesquisadores e estudantes, sendo líder nesses setores. A editora é pioneira em operar com um sistema próprio de distribuição porta a porta e oferece serviços de consultoria editorial, produção e impressão de livros institucionais, históricos e comemorativos. Atenta às inovações do mercado, a Difusão Editora atende livrarias de vários estados e fornece material didático a mais de quatrocentas instituições educacionais, sempre privilegiando o autor nacional. Por meio do conceito de tradução responsável, incentiva o desenvolvimento de produções de temas globais adaptados à realidade local. Os eventos que a empresa realiza, tanto para profissionais de Saúde, como de Comunicação, ainda fomentam o desenvolvimento do setor e contribuem para a disseminação de novos conhecimentos e práticas.
Sobre a Editora Senac Rio
A Editora Senac Rio desenvolve produtos e serviços que visam à divulgação de soluções para pessoas e organizações, colaborando para o fortalecimento do setor de comércio de bens, serviços e turismo, e para a evolução econômica, social e ambiental dos mercados e das sociedades que alcança por meio da palavra. Desde sua fundação, em 2000, a editora publica obras que contribuem para o desenvolvimento de competências no mundo do trabalho e, com base na identificação de desafios e necessidades do mercado, busca sempre a excelência em conteúdos que promovam o aperfeiçoamento de aptidões gerenciais e técnicas de pessoas físicas e jurídicas, a fim de torná-las mais competitivas.
Informação à imprensa
Difusão Editora
Core Comunicação (11 4433-8373)
Felipe Gatto: felipe@corecomunicacao.com.br
Isabella Tebet: Isabella@corecomunicacao.com.br
Editora Senac Rio
Assessoria de Comunicação do Senac Rio (21 3138-1276)
Marcela Sayão Prior: marcela.prior@rj.senac.br
Danielle Borges: dasborges@yahoo.com.br
Eu sou Relações Públicas
Postado por
Patrícia Morais
às
11:32
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Sou Relações Públicas por opção. Vivencio a cada dia o imenso aprendizado de gerenciar a comunicação entre empresas/pessoas e seus públicos, e isto começa a partir de mim. Hoje sou uma profissional reconhecida, mas sei muito bem como é o caminho das pedras para chegar até aqui.
Foram anos numa universidade sem perspectivas de como seria o dia depois da colação de grau, afinal nem sempre tivemos bons espelhos, mas sempre acreditei que para se ter uma janela é preciso ter uma porta para entrar e sair. Sair para viver o mundo lá fora que é muito maior e só vai quem tem coragem, eu fui.
Fiz estágios, participei de empresas que me contratavam como estudante de comunicação e queria que eu exercesse o papel de Office-girl, eu disse não. Sempre afirmei, eu sou Relações Públicas e estou aqui para desenvolver atividades de relacionamento, comunicação institucional, comunicação interna, etc. Aos “gritos” consegui me impor e no final perdi algumas ofertas de emprego por ser Relações Públicas e não...
Mas não desisti. Resolvi começar a exercer a atividade na maior empresa que existe: EU. Diagnostiquei-me. Identifiquei as áreas que mais gosto de atuar, me especializei e fui buscar meu lugar no mercado. Consegui. Atuei em algumas empresas de pequeno, médio e grande porte, tive sim um contrato assinado como Relações Públicas, mas principalmente, me senti realizada por exercer uma profissão digna e com um valor social gratificante.
Ver o resultado do trabalho é muito bom, melhor ainda ouvir os reconhecimentos. Por isso não desisti e insisto todos os dias em repetir que faço Relações Públicas com Amor, Paixão e muito tesão. Não é fácil, mas quem disse para o mercado que eu sou menos difícil?
Se você faz Relações Públicas e tá meio perdido ainda em como se posicionar no mercado, saiba que você já tem um emprego fixo. Seja seu próprio Relações Públicas: planeja, se posicione no mercado, cuide da sua imagem, gerencie seus relacionamentos e tenha certeza que a médio/longo prazo você terá um excelente resultado.
Eu sou Relações Públicas.
Foram anos numa universidade sem perspectivas de como seria o dia depois da colação de grau, afinal nem sempre tivemos bons espelhos, mas sempre acreditei que para se ter uma janela é preciso ter uma porta para entrar e sair. Sair para viver o mundo lá fora que é muito maior e só vai quem tem coragem, eu fui.
Fiz estágios, participei de empresas que me contratavam como estudante de comunicação e queria que eu exercesse o papel de Office-girl, eu disse não. Sempre afirmei, eu sou Relações Públicas e estou aqui para desenvolver atividades de relacionamento, comunicação institucional, comunicação interna, etc. Aos “gritos” consegui me impor e no final perdi algumas ofertas de emprego por ser Relações Públicas e não...
Mas não desisti. Resolvi começar a exercer a atividade na maior empresa que existe: EU. Diagnostiquei-me. Identifiquei as áreas que mais gosto de atuar, me especializei e fui buscar meu lugar no mercado. Consegui. Atuei em algumas empresas de pequeno, médio e grande porte, tive sim um contrato assinado como Relações Públicas, mas principalmente, me senti realizada por exercer uma profissão digna e com um valor social gratificante.
Ver o resultado do trabalho é muito bom, melhor ainda ouvir os reconhecimentos. Por isso não desisti e insisto todos os dias em repetir que faço Relações Públicas com Amor, Paixão e muito tesão. Não é fácil, mas quem disse para o mercado que eu sou menos difícil?
Se você faz Relações Públicas e tá meio perdido ainda em como se posicionar no mercado, saiba que você já tem um emprego fixo. Seja seu próprio Relações Públicas: planeja, se posicione no mercado, cuide da sua imagem, gerencie seus relacionamentos e tenha certeza que a médio/longo prazo você terá um excelente resultado.
Eu sou Relações Públicas.
Consumidor 2.0 por Karla Patriota
Postado por
Patrícia Morais
às
12:25
sábado, 12 de novembro de 2011
Relacionamentos corporativos são essenciais para a sobrevivência de toda e qualquer organização.Entretanto, nos dias atuais, é essencial conhecer o perfil e os desejos do consumidor que cada vez mais se torna empoderado, mediante a expansão e o uso das mídias digitais e redes sociais na internet.
A Profa Dra Karla Patriota da UFPE fala ao blog sobre como as empresas podem otimizar o relacionamento com o Consumidor 2.0. Leia abaixo a entrevista.
1- Quem é o consumidor 2.0?
Karla - Um agente da emancipação. Ele é um indivíduo crítico, infiel às marcas, inteligente, conectado, bem informado e incrédulo quanto aos discursos da propaganda. Ele está ligado a outros consumidores e começa a incorporar o ethos de “prosumer”. Portanto, nesse cenário, vemos o novo consumidor passar a ter uma importância sem precedentes na mídia “convergente”. Para ampliar um pouco mais a situação, um recente estudo da Forrester Research aponta que o novo consumidor tem cada vez mais intimidade com as “mídias sociais” e comunidades on-line.
2- Como se dá o tipo/nível de participação do consumidor nas mídias digitais?
Karla - Através da ampliação dos acessos e da convergência midiática, que consiste na utilização de múltiplos canais de mídia usados simultaneamente, ou um após o outro, para entrega de conteúdo e interação, a fim de melhorar, ampliar e aprofundar a experiência do usuário. Esses elementos alteraram, significativamente, a relação dos consumidores com a mídia tradicional e seu conteúdo - e isso diz respeito ao novo panorama tecnológico viabilizado pelo processo de codificação digital das fontes de informações.
Entre as principais características de acesso às informações proporcionadas pela convergência tecnológica, podemos citar: a interatividade, o acesso a conteúdo sob demanda, conteúdos customizados de acordo com o perfil do consumidor, armazenamento de conteúdo e mobilidade. Essas funcionalidades colocam o consumidor em uma posição ativa na comunicação, já que agora é capaz de escolher quando, onde e como consumir a informação, inclusive “checando” a sua veracidade, além da forma como interagir com ela.
3- Há diferença entre o consumidor 2.0 e o consumidor tradicional? qual? Se há, quais suas principais características?
Karla - O consumo faz parte da natureza humana. Consumimos porque somos humanos. Então, em essência, não haveria uma grande diferença. A grande questão é que o consumidor da era da informação (ou o consumidor 2.0) opta pelo que lhe dá experiências prazerosas e que o faça se sentir ativo diante de acontecimentos e decisões. Isso ocorre porque a tecnologia da informação revolucionou o processo de compartilhamento sobre marcas e produtos e permitiu que, hoje, as pessoas tenham acesso ao conhecimento de forma rápida e simples. Isso gera um consumidor mais crítico, mais engajado e bem mais exigente do que os consumidores de outrora.
4- As empresas estão preparadas para manter um relacionamento com este tipo de consumidor?
Karla - A primeira vista, eu diria “não”. Alguns profissionais de marketing acreditam que o surgimento de novos canais com o consumidor é bem-vindo, por defenderem que a mídia tradicional já não é mais tão eficaz em promover vendas quanto era no passado, já que se trata de um meio de massa, no contexto em que as massas estão se subdividindo em segmentos muito mais precisos do que passado, de maneira que os profissionais precisam encontrar os consumidores potenciais de forma muito mais seletiva. No entanto, na contemporaneidade, muitas coisas são feitas de modo experimental. Consequência: grande parte não dá certo do ponto de vista do retorno do investimento. Quando as empresas deviam entender que a batalha é pela atenção do consumidor, seu envolvimento e fidelidade.
5- Como se dá a relação atual entre empresas e consumidor 2.0?
Karla - Se dá através de uma busca incessante por conexão e sensações de parceria. Prova disso é a preocupação em adequar e oferecer (por parte das empresas) ao consumidor o conteúdo ou o produto que ele quer. A busca ou (marketing puxado) ou ainda, em bom português o marketing de otimização de busca (MOB) tem apostado no recém-descoberto dom do consumidor. A busca é o apanhado da emancipação, e por ela os consumidores podem esquadrinhar imediatamente um subconjunto ampla ou restritamente definido de informações, opções, marcas e optar pela mais vantajosa para ele.
6- Quais são os principais pontos positivos e negativos de um relacionamento corporativo com o neoconsumidor?
Karla - Vivemos na era da “super-exposição”, e com as marcas não seria diferente. Elas estão expostas, não apenas pela comunicação paga (esse tipo de exposição sempre foi desejada por elas), mas pela comunicação entre os consumidores. Essa comunicação acaba por fragilizar as marcas que perdem seus discursos de perfeição. O problema é que a evolução tecnológica vem permitindo, cada vez mais, uma interação maior entre as pessoas. O surgimento da internet, por exemplo, possibilitou o estabelecimento de novas formas de comunicação, inexistindo, agora, barreiras geográficas e/ou distâncias reais capazes de impedir o processo comunicacional e a possibilidade de recomendar ou “detonar” produtos e serviços. A partir disso, as relações deixam de ser estabelecidas únicamente pelo que a marca diz sobre ela mesma, para serem construídas também pela economia da recomendação. A Web 2.0 é uma plataforma de destaque nesse quesito, pois dá suporte as diversas formas de relacionamento entre consumidores e marcas, ampliando e acrescentando múltiplos e novos aspectos aos antigos conceitos de sociabilidade, partilha, comunidade e consumo. Tudo isso porque uma das grandes responsáveis pelo sucesso da Web 2.0, como a conhecemos hoje, é a possibilidade de geração/difusão de informações (já que todos podem ser produtores de conteúdo) e a noção “aflorada” da inteligência coletiva, que agora faz parte do nosso cotidiano.
7- Que conselho você daria a um empresário sobre o consumidor 2.0?
Karla - Primeiro que conheça profundamente, através de pesquisa e análises de comportamento, quem são esses novos consumidores (cada nuance do estilo de vida dos mesmos); Segundo que invista em ações estratégicas e de relacionamento com eles. O momento é bastante promissor para a publicidade online. Afinal, a propaganda na Internet apresenta diversas vantagens como a habilidade de alcançar um grupo específico de consumidores (com a mínima perda de cobertura); o fato da mensagem poder ser escrita para apresentar as necessidades e desejos específicos do público-alvo; a natureza interativa do meio - que gera um alto grau de envolvimento do consumidor; uma vez o consumidor pode adquirir informações valiosas relacionadas às especificidades dos produtos e as condições de compra – e é isso o que ele mais quer.
Os 10 Mandamentos das Redes Sociais
Postado por
Patrícia Morais
às
11:19
sábado, 16 de julho de 2011
Por Rony Vainzof
@ronyvainzof
OS MANDAMENTOS DAS REDES SOCIAIS
10 de Junho de 2011
por: *Dr. Rony Vainzof. Edição: Renata Athanassakis.
I - Assim como na vida real, seja ético, honesto, integro, justo, sincero, bondoso e humano;
II - Leia atentadamente os termos de uso (contratos) das redes sociais antes de assiná-los digitalmente;
III - Utilize as opções mais restritivas de privacidade que as redes sociais disponibilizam;
IV - Não converse com estranhos nas ruas virtuais, não adicione amigos ou mantenha relacionamentos nas redes sociais sem ter certeza de que quem está do outro lado do computador são seus amigos na vida real;
V - Cuide de sua senha como você cuida da chave de sua casa. Ela é a sua autenticação na Internet;
VI - Não revele dados pessoais em redes sociais. Criminosos pesquisam o perfil das suas vítimas na Internet;
VII - Não tire fotos comprometedoras de você mesmo ou de terceiros, muito menos as exponha na Internet;
VIII - Não utilize identidade de terceiros, não seja racista, não ofenda, não ameace e não humilhe terceiros. Tudo isso é crime;
IX - Jamais incentive ou auxilie o suicídio;
X - Pense muito antes de se manifestar em qualquer rede social, pois o seu pensamento se eternizará na Internet, que muitas vezes não permite o direito ao arrependimento.
Dr. Rony Vainzof, é sócio do Opice Blum Advogados, Professor da FGV, do Mackenzie e Coordenador Assistente do MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito
Recomendações e Práticas para uso seguro da internet
Postado por
Patrícia Morais
às
11:16
Recomendo a leitura da cartilha sobre o uso seguro da internet produzida pela Opice Blum Advogados e OAB-SP, com colaboração do Dr. Rony Vainzof.
http://www.opiceblum.com.br/download/OABMack_UsoSeguroInternetFamilia.pdf
http://www.opiceblum.com.br/download/OABMack_UsoSeguroInternetFamilia.pdf
Assinar:
Postagens (Atom)
- Patrícia Morais
- Relações Públicas. Mestre em Sociologia. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Processos e Linguagens Midiáticas - GMID/PPGC/UFPB. Professora de Relações Públicas da UFPB. Muito bem casada e Filha de Deus.

